
Schmitt esaminava in modo chirurgico la crisi dell’istituzione parlamentare: la discussione in Parlamento aveva ormai smarrito il suo fondamento spirituale. Non soltanto interessi economici di parte corrompono ogni aspetto della vita pubblica, e il “mestiere” del politico è guardato come quello di uno spregevole affarista; non solo la pubblicità delle discussioni è divenuta un vuoto simulacro, dal momento che le scelte fondamentali vengono prese in sede di commissioni o di ristretti circoli svincolati dal Parlamento; ma la stessa discussione non è più in alcun modo dialogo teso alla composizione, o alla “ricerca della verità” (come postulavano i teorici illuministi), bensì una vacua rappresentazione teatrale di posizioni contrapposte e irriducibili
É pelo interesse emancipatório que o sujeito se liberta das forças contextuais, institucionais e egocêntricas: este conhecimento identifica-se com o autoconhecimento ou a auto-reflexão. Este tipo de saber relaciona-se com o poder, pois é pelo conhecimento emancipatório que o indivíduo se emancipa dos diversos tipos de dominação que limitam o controlo sobre a sua vida, adquirindo pela auto-reflexão a sua autodeterminação. A reflexão crítica assume desta forma, um papel central na construção do conhecimento emancipatório. O interesse crítico - emancipatório envolve a capacidade de ser crítico em relação a si próprio e em relação à realidade sócio - cultural envolvente, pelo processo de questionamento pessoal e questionamento do mundo. Estas diversas forças (ideologias, preconceitos, distorções psicológicas, etc.) limitam o controlo racional do sujeito sobre a sua própria vida, perpetuando relações de dependência. Pelo conhecimento emancipatório o indivíduo é capaz de compreender melhor a sua pessoa, os outros e o meio que o envolve. in:Teoria Crítica de Habermas
